Ladeira abaixo

Eu acho que a maioria das cagadas que a gente faz é quando saímos com caras de aplicativos. Entre tantas histórias que tive em aplicativos, encontrei um cara chamado Diego. Combinamos de sair e ele quis vir me buscar. Fiquei apreensiva em passar meu endereço porque, vai que era um louco, mas mandei minha localização em tempo real, que era perto da casa da minha madrinha. Não percebi que a internet estava super ruim, mas peguei o ônibus e fui encontrá-lo no local combinado. O sinal dele também se perdeu e a gente se desencontrou. Somente depois de uma hora ele conseguiu sair de lá e nos encontramos.

A conversa estava indo bem, e eu entrei no carro. Estávamos conversando e nos dando super bem quando, de repente, entramos em uma avenida e o carro parou. Começou a descer e eu pensei: "Meu Deus, vou morrer." Ele encostou o carro e fomos atrás de um eletricista. Parecia um sinal de que as coisas iam dar errado, mas foi até que divertido. Andamos muito de um lado para o outro e, depois, ele me mandou uma mensagem pedindo desculpas e dizendo que queria tomar café da manhã.

Saímos outras vezes, mas parecia que não era para rolar. Sempre acontecia algo muito estranho com a gente, então eu deixei quieto. Não era para ser

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