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Mostrando postagens de julho, 2024

Um cool

Sempre tive uma autoestima bem bosta, mas há cerca de uns cinco anos era ainda pior, o que se uniu com uma crença que deve ter crescido a partir das minhas brigas com a minha irmã. Temos seis anos de diferença e quando eu era pré-adolescente, e ela devia estar no ensino médio, ela vivia me chamando de freira porque não tinha "ficado" com ninguém. Coisa que foi acontecer com 14 anos e hoje em dia acho uma idade super ok, mas na época me sentia "atrasada". Enfim... Tudo isso me fez crer que eu era incapaz de ter um relacionamento sério, mas que eu deveria manter relações sexuais para ser aceita (sei lá por quem). Isso me enfiou num cenário de não ter uma transa que passasse da média, até conhecer meu atual namorado, porque achava que se eu tinha feito um cara ter uma ereção, eu tinha que obrigatoriamente fazer ele ejacular também, por mais que eu não chegasse nem perto disso, e assim foi... Agora vamos ao date ruim... Eu conhecia um menino desde o meu ensino méd...

Peru

Estava conhecendo um cara pelo Tinder. A conversa fluía bem. Ele era do Peru e fazia mestrado na USP em alguma área das exatas, talvez engenharia. Ele parecia interessante e conversamos sobre vários assuntos. Comentei que gostava muito de exposições e, como vi que o FILE Festival estava acontecendo na FIESP, sugeri irmos juntos. No entanto, nenhum de nós verificou o horário de funcionamento. Ele chegou primeiro e ficou me esperando. Eu estava atrasada e fui de Uber. Quando cheguei, descobrimos que a exposição já havia fechado. Sugeri então que comêssemos algo, já que a região da Paulista tem muitos lugares legais. Paramos em um pequeno restaurante na Brigadeiro para comer shawarma. Comentei que naquela rua havia restaurantes de vários países. Não sei se ele era tímido ou se simplesmente faltava assunto. A conversa foi meio truncada e eu me sentia como a Marília Gabriela, fazendo muitas perguntas. Contei que estava escrevendo um livro sobre encontros ruins e mencionei alguns perfis engr...

Rompendo a barragem

Certa vez, no início de um namoro cheio de amor e romantismo, combinamos de sair de Brasília para Goiânia em um domingo de manhã. O plano era pegar a estrada cedo para aproveitar a paisagem e conversar. Acordei super animado, tomei um banho, escolhi uma bermuda estilo sport fino, uma camisa polo, meias brancas e tênis, e fui buscar a minha namorada. Quando ela entrou no carro, disse que estava com fome e sugeriu irmos a uma padaria famosa da cidade para tomar café da manhã antes de seguir viagem. O dia estava perfeito até ela pedir pão de queijo e chocolate quente. Normalmente não costumo comer de manhã, mas para acompanhá-la, comi também. Após o café, seguimos viagem ouvindo música, conversando e rindo. Porém, minha barriga decidiu participar da conversa e começou a resmungar. A viagem continuou e os resmungos se transformaram em gritos desesperados, como se estivesse dizendo: "Vai dar merda!" Comecei a suar frio, o tempo parecia desacelerar e a voz da minha namorada parecia...

Sambei indo embora

Tinha um menino, cujo nome era... kkk. A gente já havia ficado uma vez, mas sempre que nos víamos, rolava aquela timidez. A única coisa que realmente nos aproximava era o samba. Inclusive, eu o conheci em um samba, quando ele chegou sambando próximo a mim e começou a conversar. Nos encontramos em uma festa de amigos em comum. Eu sempre muito tímida e ele também. Só nos cumprimentamos e fomos para cantos diferentes. Quando já estava anoitecendo e a festa estava rolando, começamos a beber e, como sempre, o samba começou a tocar. Acabamos nos aproximando e dançando a noite toda. Quando a festa acabou, ele me chamou para ir à casa dele e eu acabei indo. Só me esqueci de que naquele dia estava usando aplique tique-taque, aqueles que você coloca e tira quando quiser. Fui para a casa dele mesmo assim e ficamos. Na manhã seguinte, acordei um pouco desnorteada e ainda um pouco bêbada. Olhei para o lado e vi ele dormindo, e do outro lado, meu cabelo no chão! Na hora, percebi que estava só com um...

Meu pai não

Marquei com um menino para sair e ele tinha o cheiro do meu pai, e aí eu comecei a conversar com o menino, a gente virou amigo, ele começou a namorar, apresentou me apresentou a namorada dele, mas pensei meu pai não.

Propaganda Enganosa

Outro cara que fui assistir à peça era muito mais velho. O problema não era a idade, e sim o fato de ele ter enviado uma foto de quando tinha 25 anos e, quando cheguei lá, a pessoa tinha 40. É um choque, sabe? O povo é muito sem noção; tem gente que até mente sobre a própria altura.

Bonito por fora bafudo por dentro

Voltando aos aplicativos, há três fases estranhas no primeiro encontro. Uma vez, saí com um cara do aplicativo que era igual às fotos, lindo. Pensei: "Meu Deus!" Mas o problema é que ele tinha um hálito muito ruim e eu não conseguia conversar com a pessoa. Não conseguia nem virar a cara. Eu pensava: "Meu Deus!" Fiquei muito constrangida e não consegui ficar com o cara que parecia ser perfeito. Ainda fiquei com medo dele me perguntar o motivo.

O personagem

Teve um menino que foi a maior decepção da minha vida. Ele era ator e eu comecei a ajudar numa peça em que ele estava atuando. Eu fazia a produção e era perdidamente apaixonada por ele. Depois disso, passei um ano conversando com ele e criei expectativas. Acho que a pior coisa que uma mulher pode fazer é criar expectativas. Então, a gente saiu e transou, e foi a pior transa da minha vida. Eu sabia que estava apaixonada pelo personagem, e foi muito frustrante. Ele não era nada daquilo; eu me iludi. Depois, saí de novo para ter certeza de que não era aquilo, e foi a pior da minha vida.

Ladeira abaixo

Eu acho que a maioria das cagadas que a gente faz é quando saímos com caras de aplicativos. Entre tantas histórias que tive em aplicativos, encontrei um cara chamado Diego. Combinamos de sair e ele quis vir me buscar. Fiquei apreensiva em passar meu endereço porque, vai que era um louco, mas mandei minha localização em tempo real, que era perto da casa da minha madrinha. Não percebi que a internet estava super ruim, mas peguei o ônibus e fui encontrá-lo no local combinado. O sinal dele também se perdeu e a gente se desencontrou. Somente depois de uma hora ele conseguiu sair de lá e nos encontramos. A conversa estava indo bem, e eu entrei no carro. Estávamos conversando e nos dando super bem quando, de repente, entramos em uma avenida e o carro parou. Começou a descer e eu pensei: "Meu Deus, vou morrer." Ele encostou o carro e fomos atrás de um eletricista. Parecia um sinal de que as coisas iam dar errado, mas foi até que divertido. Andamos muito de um lado para o outro e, dep...

É preciso esvaziar

Então, teve uma vez que aconteceu uma coisa muito estranha. Eu tinha marcado de sair com uma menina e, no dia anterior, saí com um pessoal e comi um monte de chocolate. O problema é que eu sou intolerante à lactose, então me ferrei todo, fiquei com o estômago bem zoado. No dia seguinte, ainda estava meio mal, mas pensei que ainda dava para ir. Ela me mandou várias mensagens, tipo "Vamos hoje?", e eu respondi tudo na paz. Mas eu estava com as pernas bambas, branco, e fui de ônibus, que sofrimento! O ônibus batendo nos buracos parecia que estavam me dando um monte de murros. Fomos a um parque, ela queria andar e eu não estava muito a fim. Do nada, ela me lança um assunto sobre necrose, perguntando se, se eu enfiar uma agulha no teu braço do jeito errado, eu te necroso?! Antes estávamos falando sobre apartamentos e agora era necrose. Eu morrendo de dor, suando, andando. Perguntei se ela curtia e ela queria subir um morrinho – o maior morrinho que eu já subi na vida, sob um sol e...

O universitário

Teve um cara ao qual eu já estava dando uns beijinhos nele e parecia super gente fina, e eu achei legal. Aí menina, quando ele me levou lá eu nem cheguei a entrar em nenhum prédio da USP, ele queria me convencer que seria normal, lindo e romântico fazer amor ali ao ar livre no terreno da USP, eu achei horrível, ruim péssimo, e saí correndo!

Professor da putaria

Teve um tempo em que eu estava separada do meu atual namorado e fui em sites de paquera, tipo Tinder e tal, chamado Baboo. Comecei a conversar com um cara que era professor de inglês. Ele era todo fofo e tal. Ficamos conversando por mais de um mês e combinamos de nos encontrar no shopping Tatuapé. Quando nos encontramos, toda a fofura sumiu, o cara só falava de cú, transar, foder, eu quero te comer, de quatro, de cima, de lado. E os dizeres então, "quando eu te pegar vou te deixar toda assada – era cada coisa nojenta que eu nem gosto de lembrar! O cara só sabia falar besteira, e toda a fofurice que ele mostrava no bate-papo sumiu. Lembro que até por lá ele tinha umas piadinhas um pouco mais quentes, mas no dia em que fomos nos encontrar foi só SE XO e uma vibe de funk proibidão ruim.  Foi péssimo.

O gringo

O meu pior date foi logo quando cheguei aqui em Dublin, eu não sabia falar INGLÊS muito bem! O Boy era irlandês e conversamos a maior parte do tempo via Google translate. Até que ele me chamou para a casa dele! Eu como uma boa menina VIRGEM fui ... Chegando lá fui beijar o boy. BEIJO RUIM E DENTE PODRE. Fui fazer o famoso BOLA GATO. O pau do boy FEDIA que parecia que ele não tomava banho a 3 anos! E como eu ia avisar para o boy isso! Até que eu lembrei da única palavra! I’m Tired! Deitamos e ficamos na cana deitado! NUNCA MAIS EU VI O BOY HAHAHAHA  

Bicama

Foi mais forte que eu, desta vez estabeleci como meta sair com um boy que ao menos pagasse um vinho decente. Like vai, like vem, conheci um homem educado, de exatas, Ciências da Computação, capricorniano, Lucas, aquele que brilha, parecia ser bem resolvido. Ele me chamou para jantar e tomar um vinho. No primeiro encontro com o príncipe, tudo estava tranquilo. Aparentemente, ele era desconstruído. Entretanto, em alguns momentos, notei falas machistas; preferi me fingir de besta, e ficamos. Normalmente, até as pessoas solteiras gostam de ter cama de casal para ter maior conforto ao dormir. Esse não era o caso; o boy tinha uma bicama. Em dado momento, ele puxou o seu cantinho. Achei estranho e o questionei no dia seguinte acerca do porquê da escolha do móvel. Sua resposta foi que as pessoas não dormiam lá e que também evitava se apegar. Enfim, o melhor está por vir. ... Na semana seguinte, ele me chamou novamente para jantar. Como gosto de cozinhar, na primeira vez fiz um macarrão com mol...

Me chama de desempregada e me contrata no seu RH

Eu estava saindo com uma garota já há algum tempo, e aí, teve uma vez que eu virei para ela e falei que a gente tinha que marcar um roleplay, uma fantasia. Ela perguntou: "Ah, como assim?" Eu expliquei: "Olha, a gente vai fazer o seguinte: vamos nos encontrar no bar de um hotel e a dinâmica é que vou te entrevistar. A gente vai fazer uma reunião ali, eu vou te entrevistar e vamos ver como vai ser. O negócio vai desenrolar a partir daí, demorou?" Ela respondeu: "Demorou!" Marquei com ela no bar do Renaissance, às 8 horas da noite. Ela perguntou: "Mas como é que eu vou saber que você vai estar lá?" Eu disse: "Velho, só vai. Esse é o endereço e esse é o horário. Chega lá e me procura." Ela ficou meio insegura, e eu falei: "Vai, caramba, bota fé no negócio." Eu estava numa semana muito corrida de trabalho e ainda estava fazendo pós-graduação. Estava em casa assistindo aula quando vi meu telefone tocar. Era a Fernanda me ligando. R...

Posto de gasolina

 Era um dia normal. Ela saiu com uma amiga e me pediu uma foto da minha mão. Eu não entendi, mas mandei. Depois do rolê com a amiga, ela foi me buscar no trabalho e levou lanche do McDonald's para mim. Fiquei feliz porque comida sempre me anima. Ela me levou para a lanchonete do posto de gasolina. Sentamos, e eu abri a embalagem do sanduíche morrendo de fome, mas a caixa estava vazia e tinha um post-it com um pedido de namoro e a caixinha das alianças. Aceitei. Depois de oito meses, terminamos e eu fui parar na terapia por causa de tantos traumas. :)

Doble date

Saí com um casal de amigas para uma espécie de double date. Estava conversando pelo WhatsApp com um carinha há algumas semanas, e era um ótimo momento para nos vermos. Marcamos o rolê num Habib's. Nas fotos, ele era lindo, mas havia uma questão: ele usava o rosto escondido na foto de perfil. Até aí, tudo bem. Minhas amigas faziam piadas com todos os homens feios que passavam, porque eu ainda não tinha encontrado ele pessoalmente. No final, ele tentou me beijar e eu desviei, fugindo para o banheiro e voltando depois de alguns minutos. Na hora de ir embora, ele conseguiu me arrancar um selinho, e foi o pior selinho da minha vida.

Sem tirar a roupa

 ... ela chamou o Uber. Nem tiramos a roupa, e ela estava super desconfortável. Não entendi até hoje por que ela nunca mais quis falar comigo. Ela pediu para eu não voltar a falar com ela, porque eu não era o tipo de homem para ela.

O móvel

O maior bolo que já tomei na vida foi de uma moça que me abandonou no dia do encontro porque iria montar um móvel com a mãe dela. Eram duas horas da tarde.

Kalunga

O pior date que eu tive, foi esse ano ainda (2024). Tinha dado match com essa garota e a conversa estava fluindo super bem, passamos a semana falando todo dia, toda hora, mas quando chegou o dia de nós encontrarmos, ela simplesmente não falava nada pessoalmente, eu tentava puxar assunto, falar alguma curiosidade e ela não respondia ou não demonstrava interesse nenhum, a gente tava no shopping, então ela aproveitou para ir na Kalunga procurava uma pasta para guardar cards, eu perguntei 3 vezes qual jogo de card ela colecionava e nas três vezes ela só ignorou a pergunta, e isso se repetiu para qualquer coisa que eu perguntava, a outra “resposta” era que seria uma longa história, e de novo, por mensagem ela respondia sem problema nenhum, bom, não nos falamos depois desse encontro.

Shoopee

Uma vez, marquei um encontro em um restaurante mexicano. Embora o restaurante fosse maravilhoso, já que amo comida mexicana, a pessoa não se parecia em nada com as fotos do perfil. Realmente, ela usava muitos filtros, e não há nada mais decepcionante do que ter suas expectativas destruídas antes mesmo de dizer 'oi'. E aí, sentamos, pedimos rodízio e começamos a conversar. Essa pessoa misteriosa começou a fazer umas perguntas absurdas, como qual era o meu carro, quantos cômodos tinha a minha casa, qual era o meu salário e tal. Falei: Oooxi, onde você quer chegar? Tá procurando o velho da lancha? Não sou eu, não! E ela respondeu: Você acha que vou sair com qualquer um? No mínimo, tem que ter um carro legal e dinheiro pra gastar comigo. Eu falei: Verdade, tem que ter muito dinheiro pra gastar com você até você ficar como as suas fotos! Ela levantou e falou: Vai se fuder e foi embora.

Nas Calças

Um casal estava saindo há um tempo. O homem convidou a moça para ir a um restaurante japonês. Ela aceitou. Ele tinha o carro dele. Ela tinha o carro dela. Ele deixou o dele em um estacionamento, e foram com o dela até o restaurante. Durante algumas saídas, ela já tinha passado mal com dores de barriga, mas nada muito grave. Nessa noite, eles jantaram e ela estava bem. Ao voltar para o carro, ele foi dirigindo e percebeu que a barriga dela fazia alguns barulhos. Ela sinalizou que não estava bem. Ele tentou correr para algum lugar confortável para ela usar um banheiro, mas acabou ultrapassando um farol vermelho. O casal foi visto por um carro de polícia, que pediu para encostar. Naquele momento, tudo desandou: ela defecou nas calças. Ele ficou sem jeito, e os policiais também. Ela pegou a direção do carro. Os policiais deram carona para ele até o estacionamento onde estava o carro dele. Ela ficou super constrangida e nunca mais entrou em contato. Ele teria saído de novo com ela, pois ent...